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	<title>Associação Cavaleiros da Cultura</title>
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	<description>Associação Cavaleiros da Cultura - 2ª Fase Cavalgada Cultural Brasília 50 Anos</description>
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		<title>Carlos Solera e diretora do Museu do Tropeiro fazem palestra no 4° Salão Mineiro de Turismo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário da Cavalgada]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor e historiador Carlos Solera e a diretora do Museu do Tropeiro de Ipoena, Eleni Cassia Vieira, proferem palestra nesta sexta-feira, dia 18 de maio, sobre: “Tropeirismo e o Turismo Rural e Cultural”. O evento acontece no Salão Granada do Minascentro, em Belo Horizonte, das 13h às 14h, e faz parte do 4° Salão Mineiro de Turismo, que acontece até sábado, dia 19. Este ano, o Salão comemora os 10 anos do Programa de Regionalização do Turismo em Minas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Solera.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Solera.jpg" alt="" width="259" height="194" class="alignleft size-full wp-image-1231" /></a>O escritor e historiador Carlos Solera e a diretora do Museu do Tropeiro de Ipoena, Eleni Cassia Vieira, proferem palestra nesta sexta-feira, dia 18 de maio, sobre: “Tropeirismo e o Turismo Rural e Cultural”. O evento acontece no Salão Granada do Minascentro, em Belo Horizonte, das 13h às 14h, e faz parte do 4° Salão Mineiro de Turismo, que acontece até sábado, dia 19. Este ano, o Salão comemora os 10 anos do Programa de Regionalização do Turismo em Minas Gerais.<br />
 Carlos Solera é escritor de vários livros sobre Tropeirismo e assuntos relacionados. É historiador, Presidente da Associação Brasileira de Turismo Rural – ABRATURR e Comendador da Ordem Couto Magalhães.</p>
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		<title>Museu do Tropeiro comemora nove anos com muita festa</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 20:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário da Cavalgada]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu do Tropeiro, em Ipoema, distrito de Itabira, vai comemorar seus nove anos com uma longa festa que começa no dia 29 segundo até 31 de março. São palestras, oficinas, cavalgadas, reuniões técnicas e festejos que também vão render homenagem aos 110 anos do poeta Carlos Drummond de Andrade.
As palestras vão acontecer no dia 29, quinta-feira, na Escola Municipal Professor Manoel Soares, em Ipoema e tem como temas:” Tropeirismo em Minas Gerais e Caminhos Coloniais; “Empreendedorismo e Tropeirismo” e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/03/1143625451_museutropeiro.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/03/1143625451_museutropeiro-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-1229" /></a>O Museu do Tropeiro, em Ipoema, distrito de Itabira, vai comemorar seus nove anos com uma longa festa que começa no dia 29 segundo até 31 de março. São palestras, oficinas, cavalgadas, reuniões técnicas e festejos que também vão render homenagem aos 110 anos do poeta Carlos Drummond de Andrade.<br />
As palestras vão acontecer no dia 29, quinta-feira, na Escola Municipal Professor Manoel Soares, em Ipoema e tem como temas:” Tropeirismo em Minas Gerais e Caminhos Coloniais; “Empreendedorismo e Tropeirismo” e “ Tropeirismo nas Escolas – Jogo do Tropeiro (orquestra  show)”. Mais tarde serão realizadas as oficinas do couro, Bruacas e Cangalhas e de dança tropeiras.<br />
Ainda na quinta-feira, dia 29, haverá o encontro dos IPHANs Estaduais em Itabira/Ipoema, com coordenação do Dr. Leonardo Barreto de Oliveira – Superintendente do IPHAN-MG, que será seguido de uma recepção oferecida pelas autoridades de Itabira, na Fazenda Pontal &#8211; Casa de Carlos Drummond de Andrade, com apresentação de vídeo institucional de Itabira e tópicos sobre o Programa Municipal de Cultura e outros. No fim do dia, já em Ipoema, haverá um jantar com apresentação dos valores culturais locais.<br />
Na sexta-feira, dia 30 de março,  o dia começa com uma alvorada tropeira, seguido por um tradicional café dos antigos viajantes. Haverá visita guiada ao museu. Ainda na parte da manhã será realizada uma reunião Técnica no Centro Comunitário de Ipoema, com a apresentação dos objetivos do Projeto Tropeiro Brasil – NATA-Brasil / UdG &#8211; Espanha; processo de parceria e demais  ações desenvolvidas pela administração municipal de Itabira e Museu do Tropeiro sobre a temática.  Haverá uma série de reuniões que vão culminar na entrega do Diploma &#8220;Ordem da Cultura Tropeira de Itabira&#8221; aos participantes<br />
No sábado, dia 31 de março, por volta das 10h, os cavaleiros de Itabira deixam a Fazenda Brejaúba, localidade do Bamba, de onde seguem para encontrar com os cavaleiros de Bom Jesus do Amparo e de Senhora do Carmo na fazenda Ênio Lage e partem para o Museu do Tropeiro, onde vão receber a  benção  do Padre José Marcelino. A bênção é cuidadosamente preparada para que a água benta deixe boa sorte aos 1500 cavaleiros, aproximadamente.<br />
As plantas do ramalhete são escolhidas para transmitir fé, coragem, alegria, amizade e união, tão comuns entre os tropeiros. São elas: o hortelã, manjericão, alecrim e erva cidreira.  A fita do ramalhete é amarela para representar a alegria, o ouro e a sabedoria.<br />
Após a Missa Aliança Tropeira, acontecerá uma série de manifestações culturais, seguida pela tradicional “Chora viola”, com a participação de Quincas da Viola e Trem de Minas  &#8211; voz, viola e sanfona de 08 baixos (cabeça de égua) Quincas da Viola,  violão e voz Dito Rodrigues,   flauta transversal Leo Macedo, rabeca Rodrigo Salvador, percussão imitando os sons da natureza Aender Reis e baixo Pedro Gomes,  Danças Tropeiras do Sul com Valter Fraga Nunes e Lair    Nascimento.  Participação especial do cancioneiro da Rota dos Tropeiros – Silvestre Alves Gomes – Paraná, João Mineiro e Mariano – duas vozes, sanfona, bateria, dois teclados, guitarra, violão, sanfona e  Sérgio &amp; Delson – voz, bateria, baixo, teclado, violão.<br />
O Museu foi criado a partir de uma expedição chamada Spix &amp; Martius. Essa expedição continha 23 pessoas de várias áreas (médicos, ornitólogos, jornalistas, biólogos, artistas plásticos, psicólogos, cinegrafistas, poetas, dentre outros), que vieram fazer um levantamento do patrimônio cultural e natural da Estrada Real a partir do século XVIII. A razão de vários profissionais é devido à riqueza do patrimônio da Estrada Real.<br />
Ao chegarem em Ipoema foram recepcionados pela benção dos cavaleiros e por uma exposição que apresentava as peças que os tropeiros usavam durante as viagens, além das quitandas típicas da terra, dentre essas o cubu na folha de bananeira. Ao terminarem a Expedição resolveram que o Museu do Tropeiro seria instalado no distrito de Ipoema, devido à hospitalidade do local.<br />
Foi então que em 29 de março de 2003 o Museu foi inaugurado com o objetivo de fortalecer a vocação espontânea do tropeirismo, que era uma marca do distrito de Ipoema.<br />
Abrigado em uma casa construída no século XVIII e que pertenceu ao tropeiro conhecido como ‘sô’ Neco, o Museu contém hoje mais de 700 peças que fazem alusão à cultura tropeira, além de documentos desses comerciantes (título de eleitor, certidão de casamento e livros de compra e venda), que viajavam pelas estradas do interior brasileiro. Dessas, cerca de 500 pertenceram ao colecionador José Dutra – fazendeiro da cidade de Rio Vermelho.<br />
O local também se transformou num espaço de convivência com múltiplas funções, sendo palco para apresentações artísticas e culturais, local de degustação da deliciosa culinária regional e, principalmente, para a velha e boa prosa.<br />
Outro ponto interessante do Museu do Tropeiro é que ele busca a interação entre a comunidade e o visitante, através das manifestações culturais – Sons da Tropa, Grupo Folclórico das Lavadeiras, Estaladores de Chicote, Meninos Trovadores e Comitiva do Berrante –, que são apresentadas mensalmente durante a Roda de Viola que acontece nos sábados de lua cheia. Algumas dessas manifestações podem ser vistas também durante os ensaios no Museu do Tropeiro que acontece às quartas-feiras, das 15h às 16h30.<br />
Além da exposição fixa sobre o tropeirismo, o Museu recebe exposições temporárias de artistas que querem mostrar seu trabalho e oferece uma sala de multimeios onde são realizadas reuniões e são apresentados filmes e documentários educativos, voltados aos valores culturais e locais.<br />
O Museu do Tropeiro é cultura e história oferecida a todos que visitam essa linda região de Minas Gerais dentro da Estrada Real. Fica na Travessa Professor Manoel Soares, 217 – Ipoema/Itabira. Tel.: (31) 3833-9254. Horário de funcionamento: de 3ª a domingo das 9h às 12h e das 13h às 17h. Entrada franca</p>
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		<title>Enciclopédia Britânica deixará de ser impressa após 244 anos</title>
		<link>http://cavaleirosdacultura.org.br/diario-da-cavalgada/enciclopedia-britanica-deixara-de-ser-impressa-apos-244-anos</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário da Cavalgada]]></category>

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		<description><![CDATA[RIO &#8211; Após 244 anos de história e 7 milhões de edições vendidas, a Enciclopédia Britânica anunciou nesta terça-feira que não será mais impressa. A enciclopédia mais importante do mundo, portanto, estará disponível apenas na versão on-line.
A notícia deve ter incomodado os nostálgicos, mas a própria companhia que edita a publicação vê o processo como natural. Na década passada, a empresa que edita a publicação se aprofundou no mercado de produtos e soluções para o setor de educação, negócios que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/03/Encyclopaedia+Britannica-GMEFUFDA_1.png"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2012/03/Encyclopaedia+Britannica-GMEFUFDA_1-300x225.png" alt="" width="300" height="225" class="alignright size-medium wp-image-1226" /></a>RIO &#8211; Após 244 anos de história e 7 milhões de edições vendidas, a Enciclopédia Britânica anunciou nesta terça-feira que não será mais impressa. A enciclopédia mais importante do mundo, portanto, estará disponível apenas na versão on-line.</p>
<p>A notícia deve ter incomodado os nostálgicos, mas a própria companhia que edita a publicação vê o processo como natural. Na década passada, a empresa que edita a publicação se aprofundou no mercado de produtos e soluções para o setor de educação, negócios que respondem hoje por quase 85% de suas receitas. A enciclopédia gera apenas 15% do dinheiro, sendo que a maior parte dessa fatia vem da venda de assinaturas on-line e de aplicativos para celulares e tablets.</p>
<p>- A transição não foi assim tão difícil. Todos entendiam que precisávamos mudar. Ao contrário do que acontece com os jornais, nós tivemos muito tempo para refletir sobre isso pois sentimos o impacto do digital há muitos anos &#8211; disse ao site do jornal &#8220;The Guardian&#8221; Jorge Cauz, presidente da Encyclopedia Britannica, que edita a publicação. &#8211; Até onde eu sei, nós somos a única companhia que fez a transição da mídia tradicional para a esfera digital e conseguiu se manter lucrativa e ainda crescer.</p>
<p>A lucratividade da versão impressa da Enciclopédia Britânica foi solapada pela profusão de informação na Web, e a Wikipédia é o símbolo máximo dessa nova era. Gratuita e com 3,9 milhões de verbetes disponíveis em várias línguas ao alcance de um clique no Google, a enciclopédia colaborativa de Jimmy Wales tornou obsoleta aos olhos de grande parte dos leitores aquela cara e pesada coleção de dezenas de livros que abrangia não mais de 120 mil verbetes.</p>
<p>Mas apesar da competição com a Wikipédia, Cauz está confiante nas qualidades do seu produto para se manter vivo no ambiente que matou sua versão impressa.</p>
<p>- Podemos não ser tão grandes quanto a Wikipédia, mas temos um discurso acadêmico, um processo editorial e artigos bem escritos, baseados em fatos. Achamos que tudo isso é muito, muito importante e nos proporciona uma alternativa que queremos oferecer ao máximo de pessoas possível &#8211; afirmou Cauz, que tentou dimensionar a vantagem competitiva de sua enciclopédia: &#8211; Acreditamos que haja entre 1,2 bilhão e 1,5 bilhão de perguntas para as quais nós temos as melhores respostas.</p>
<p>A última edição impressa, que continha 32 volumes, foi lançada em 2010.<br />
O GLOBO</p>
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		<title>ACC participa da festa de Santa Bárbara em Carlos Alves</title>
		<link>http://cavaleirosdacultura.org.br/destaque/cavaleiros-da-cultura-participam-da-festa-de-santa-barbara-em-carlos-alves</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Cavaleiros da Cultura participaram no último sábado, dia 2 de dezembro da Festa de Santa Bárbara em Carlos Alves, distrito de São João Nepomuceno, na Zona da Mata Mineira. As crianças receberam os kits com os seis livros de literatura infanto-juvenil, doados pelos Cavaleiros em uma parceria com a Editora Paulus.
Além da doação de livros, os bravos cavaleiros fizeram uma apresentação sobre a história da Associação Cavaleiros da Cultura que foi contada pelo cavaleiro Eduardo Murici Ladeira, o Dudu, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1223" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/12/MG_30881.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/12/MG_30881-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-1223" /></a><p class="wp-caption-text">Doação de livros - foto de Luiz Carlos Duarte</p></div>Os Cavaleiros da Cultura participaram no último sábado, dia 2 de dezembro da Festa de Santa Bárbara em Carlos Alves, distrito de São João Nepomuceno, na Zona da Mata Mineira. As crianças receberam os kits com os seis livros de literatura infanto-juvenil, doados pelos Cavaleiros em uma parceria com a Editora Paulus.<br />
Além da doação de livros, os bravos cavaleiros fizeram uma apresentação sobre a história da Associação Cavaleiros da Cultura que foi contada pelo cavaleiro Eduardo Murici Ladeira, o Dudu, e ouvida atentamente pelo público presente, principalmente os pequenos.<br />
]<div id="attachment_1222" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/12/MG_30781.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/12/MG_30781-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-1222" /></a><p class="wp-caption-text">Eduardo Morici Ladeira, o Dudu, conta a história da ACC - Foto de Luiz Carlos Duarte</p></div>Um encontro de cavaleiros fez parte da programação da festa que começou por volta das 5h, com a alvorada. Os cavaleiros chegaram à cidade com seus uniformes de gala e como sempre carregando bandeiras dos estados de Minas Gerais, do Brasil e da ACC. A festa foi encerrada por volta das 23h, com um grande baile.</p>
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		<title>Censo:Número de matrículas no ensino superior aumenta 110% em dez anos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário da Cavalgada]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil tem 6,5 milhões de universitários, sendo 6,3 milhões em cursos de graduação e 173 mil na pós-graduação. O crescimento das matrículas em 2010 foi de 7,1% em relação ao ano de 2009, segundo dados preliminares do Censo da Educação Superior divulgados nesta segunda-feira. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a década 2001-2010 fecha mais do que dobrando o número de universitários no país. 
SAIBA MAIS PERFIL:Mais de 60% dos alunos do ensino superior estudam à ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1217" class="wp-caption alignleft" style="width: 305px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/uerj.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/uerj.jpg" alt="" width="295" height="171" class="size-full wp-image-1217" /></a><p class="wp-caption-text">Universidade do Estado do Rio de Janeiro</p></div>O Brasil tem 6,5 milhões de universitários, sendo 6,3 milhões em cursos de graduação e 173 mil na pós-graduação. O crescimento das matrículas em 2010 foi de 7,1% em relação ao ano de 2009, segundo dados preliminares do Censo da Educação Superior divulgados nesta segunda-feira. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a década 2001-2010 fecha mais do que dobrando o número de universitários no país. </p>
<p>SAIBA MAIS <strong>PERFIL</strong>:<a href="http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/11/07/censo-da-educacao-superior-mais-de-60-dos-alunos-do-ensino-superior-estudam-noite-925748820.asp">Mais de 60% dos alunos do ensino superior estudam à noite </a></p>
<p>SAIBA MAIS <strong>BUSCA PELO DIPLOMA</strong>:<a href="http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/11/07/educacao-distancia-ja-responde-por-quase-15-das-matriculas-no-ensino-superior-925748777.asp">Educação a distância já responde por quase 15% das matrículas no ensino superior </a></p>
<p>- Talvez esta tenha sido a melhor década, do ponto de vista de acesso à educação superior, em todos os tempos, tanto em termos relativos como absolutos &#8211; disse. </p>
<p>Quando comparou o número de estudantes que concluíram cursos de graduação em 2001 com os resultados obtidos em 2010 &#8211; de 390 mil (2001) para 973,8 mil (2010), o ministro ressaltou que praticamente triplicou o número de pessoas formadas. </p>
<p>Esses estudantes estão matriculados em 29.507 cursos de graduação presenciais e a distância, distribuídos em 2.377 instituições de ensino superior públicas e privadas. </p>
<p><strong>Equilíbrio </strong></p>
<p>Os dados preliminares do censo de 2010 também mostram que a distribuição regional na década ficou mais equilibrada. A região Nordeste, por exemplo, tinha 15% das matrículas em 2001 e alcançou 19%, em 2010; e a região Norte, que tinha 4,7% das matrículas, termina a década com 6,5%. </p>
<p>O censo também aponta que a educação presencial e a distância atende pessoas com perfis diferentes. A idade média dos alunos matriculados em cursos presenciais, por exemplo, é de 26 anos e na educação a distância, 33 anos. </p>
<p><strong>Licenciaturas </strong></p>
<p>O Censo da Educação Superior registrou aumento de ingresso em cursos de licenciatura. Em 2010, um quinto das matrículas totais da graduação, incluindo cursos presenciais e a distância, está nas licenciaturas. Elas representam 21,1% do total de matrículas. </p>
<p>Haddad destacou que nas disciplinas onde há falta crônica de professores, o país teve, na década, uma expansão nas matrículas e no número de concluintes. Enquanto em 2001 concluíram cursos de biologia 78 mil estudantes, em 2010 foram 160 mil; em física esse número passou de 18 mil (2001) para 42 mil (2010); em matemática, os concluintes passaram de 60 mil para 86 mil, e em química, de 26 mil para 53 mil. </p>
<p><strong>Censo </strong></p>
<p>A coleta de dados do Censo da Educação Superior realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) é anual e compreende informações sobre as instituições de ensino superior, cursos de graduação presencial e a distância, cursos seqüenciais, vagas oferecidas, matrículas, número de estudantes ingressantes e concluintes. Traz, ainda, dados sobre os docentes &#8211; formação e titulação acadêmica, se atuam instituições públicas ou privadas, quantos são, entre outros dados. (O Globo) </p>
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		<item>
		<title>Prova mostra que mais de 40% dos alunos alfabetizados não sabem ler e escrever</title>
		<link>http://cavaleirosdacultura.org.br/diario-da-cavalgada/prova-mostra-que-mais-de-40-dos-alunos-alfabetizados-nao-sabem-ler-e-escrever</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 18:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário da Cavalgada]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro semestre deste ano, a Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) realizada pela primeira vez, nas capitais de todo o país, por crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental, apontou que 43,9% não aprenderam o que era esperado em Leitura para esse nível de ensino. Em relação à Escrita, 46,6% não atingiram o esperado. 
Parceria do Todos Pela Educação com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a prova ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/06_MHB_0711_Educa1.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/06_MHB_0711_Educa1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" class="alignleft size-medium wp-image-1215" /></a>No primeiro semestre deste ano, a Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) realizada pela primeira vez, nas capitais de todo o país, por crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental, apontou que 43,9% não aprenderam o que era esperado em Leitura para esse nível de ensino. Em relação à Escrita, 46,6% não atingiram o esperado. </p>
<p>Parceria do Todos Pela Educação com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a prova foi aplicada em escolas públicas e privadas, e mostrou que mesmo nas particulares nem todos os alunos atingem 100% de aproveitamento. No caso da Leitura, 48,6% dos estudantes da rede pública tiveram o desempenho esperado. Nas particulares, o percentual foi de 79%. Em relação à Escrita, 43,9% dos alunos matriculados na rede pública aprenderam o esperado, e 86,2% dos da rede privada. </p>
<p>- Nenhuma criança pode concluir esse período, chamado de ciclo de alfabetização, sem estar plenamente alfabetizada. O que a prova mostra é que estamos ampliando a desigualdade educacional, já que muitos alunos não têm as ferramentas básicas para os anos seguintes &#8211; diz Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos Pela Educação, ressaltando que mesmo as escolas particulares enfrentam problemas: &#8211; São instituições que ensinam para alunos com mais acesso à cultura e pais escolarizados, por exemplo, mas ainda assim não tem 100% de alfabetização ao término do 3º ano. </p>
<p>- O governo precisa entender que temos um problema. O Brasil não tem método, não tem objetividade na hora de alfabetizar. Sem método, a criança brilhante aprende e as outras não. Desse jeito também, muitas acabam aprendendo por teimosia, porque foram ficando na escola, não porque aprenderam na época correta &#8211; diz João Batista de Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beta, que não vê com bons olhos a recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE) de que as crianças não devem ser reprovadas nos três primeiros anos do fundamental, porque cada uma tem um ritmo de aprendizagem: </p>
<p>- É irresponsável dizer que cada criança aprende no seu ritmo. Isso é um atraso. A criança que não é alfabetizada aos 6 anos fica com dificuldade para aprender outras disciplinas. No segundo ano, o professor não é preparado para ensinar o que ela não aprendeu e os livros já exigem que ela saiba ler.<br />
Mãe de um menino de 9 anos, que cursa o 4º ano do fundamental numa escola municipal da periferia de São Paulo, Vanessa Alves da Silva percebeu, durante uma ida ao mercado, que o filho Marcus Ricardo não sabia ler.<br />
- Ele não conseguiu ver o preço dos produtos nem ler o que estava escrito nas embalagens. Eu tento incentivar, dou recortes de jornal para ele ler, mas ele gagueja e não consegue de jeito nenhum. Além disso, ele tem dificuldade para ler as coisas na cartilha. Na aula, é só cópia o tempo todo. O meu mais velho, de 10 anos, também tem problemas para ler &#8211; conta Vanessa, que acredita que a defasagem se acentue com o passar dos anos. &#8211; Agora, ele vai para o 5º ano sem saber ler. </p>
<p>No 6º ano do ensino fundamental, a neta do vigilante Hamilton de Souza tem dificuldades para ler e escrever. Responsável pela menina de 11 anos, Souza se preocupa: </p>
<p>- Como ela vai arrumar emprego? Como vai fazer para preencher uma ficha de contratação se não consegue escrever? </p>
<p>Tia de um menino de 9 anos, que cursa em São Paulo o 3º ano do fundamental, Jaqueline Alves Costa atribui as dificuldades dele ao excesso de alunos em sala: </p>
<p>- São 28 alunos. A professora não consegue explicar e só manda eles fazerem cópia. Eu acho que ele precisa de aula de reforço e que as classes deviam ter um segundo professor. </p>
<p>Secretaria de Educação do município do Rio e conselheira do Todos pela Educação, Claudia Costin reconhece que a prova ABC retrata um problema grave. </p>
<p>- A pesquisa não surpreende em termos de Brasil. O país precisa investir muito forte na alfabetização. A escola é o espaço de oportunidades futuras, e a prova mostra que o índice é frágil mesmo nas particulares. Nas públicas, o resultado é pior, e se a gente já começa perdendo, o apartheid educacional cresce &#8211; diz Claudia, que ao assumir a secretaria se deparou com 28 mil analfabetos funcionais no 4º, 5º e 6º anos do fundamental. &#8211; Isso representava o seguinte: 14% das crianças desses anos sem ler e escrever. Começamos, então, a realfabetizar os alunos, e tivemos sucesso com 21 mil. No entanto, percebemos que a progressão automática sem reforço escolar e sem acompanhamento faz com que a criança se torne invisível. E aí o insucesso também fica invisível. É preciso definir um currículo claro, oferecer aulas de reforço, formar professores e fazer com que entendam que é fundamental alfabetizar no primeiro ano. Ainda assim, este ano, temos 10.500 alunos em processo de alfabetização nessas séries. </p>
<p>Em São Paulo, a Secretaria municipal de Educação também implantou turmas de reforço no 3º e no 4º ano para atender alunos com dificuldades para ler e escrever. Foram criadas salas de apoio pedagógico para esses estudantes. A prefeitura diz ainda que as notas da Prova São Paulo mostraram, em 2010, um aumento de 25,7% no número de alunos alfabetizados no 2º ano. </p>
<p>Coordenadora pedagógica do Fundamental II, da Escola Edem, no Rio, Rosemary Reis destaca a importância da educação infantil para o sucesso da alfabetização: </p>
<p>- As crianças têm uma leitura do mundo antes da palavra. Por isso, é importante levar a para a sala de aula a possibilidade da criança conviver com textos. Na Edem, com um ano os alunos já manipulam livros, depois começam a conversar sobre o que viram, passam a ter contato com a escrita e com quatro, cinco anos escrevem o nome. </p>
<p>Priscila Cruz também aposta na educação infantil para que o país melhore os índices de alfabetização. </p>
<p>- É a melhor política para combater o analfabetismo. Pesquisas mostram que crianças que frequentam a educação infantil chegam ao 1º ano com um repertório melhor. Se elas não têm acesso à cultura em casa, se os pais não são escolarizados, a educação infantil as prepara, dá equidade. (O Globo)</p>
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		<title>Cavaleiros da Cultura desbravam o Caminho de Sabarabuçu</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 23:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Frio no percurso entre Rio Acima e Glaura, última etapa da cavalgada &#8211; Foto de Luiz Carlos DuarteOs Cavaleiros da Cultura cruzaram bravamente o Caminho de Sabarabuçu, que liga Cocais a Ouro Preto, nesta segunda etapa da Expedição Literária Estrada Real, realizada entre os dias 29 de outubro e 01 de novembro.  Foram ao todo cerca de 150 Km de trilhas  e picadas, muitas vezes difíceis de serem percorridas, como os 13 km do percurso entre Sabará e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frio no percurso entre Rio Acima e Glaura, última etapa da cavalgada &#8211; Foto de Luiz Carlos Duarte<a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/MG_0755.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/MG_0755-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-1211" /></a>Os Cavaleiros da Cultura cruzaram bravamente o Caminho de Sabarabuçu, que liga Cocais a Ouro Preto, nesta segunda etapa da Expedição Literária Estrada Real, realizada entre os dias 29 de outubro e 01 de novembro.  Foram ao todo cerca de 150 Km de trilhas  e picadas, muitas vezes difíceis de serem percorridas, como os 13 km do percurso entre Sabará e Rio Acima.<br />
- Foi uma trilha muito difícil de passar. Só mesmo, nós que temos muita experiência para não esmorecer – disse o presidente da Associação Cavaleiros da Cultura, Carlos Oscar Niemeyer sobre o trecho entre Sabará e Rio Acima.<br />
Pelo caminho, mais de 24 mil jovens e crianças foram beneficiados com os kits de literatura infanto-juvenil.  As doações foram realizadas  graças à parceria com a Editora Paulus, que também  capacitou os professores das escolas da rede pública de ensino da região.<br />
A comitiva deixou Cocais no último dia 29, e, de lá seguiu para Caeté, onde pernoitaram na pousada Solaris para descansar e seguir viagem até Sabará.<br />
- A recepção em Caeté foi excelente. Vimos o brilho no olhar de cada um dos jovens que recebeu o kit com os livros de literatura. O dia estava lindo e a viagem ficou ainda mais agradável _ afirmou o cavaleiro Leonardo Assunção.<br />
  Na manhã do domingo, 30, a comitiva seguiu viagem para Sabará, onde os cavaleiros dormiram na Pousada Santana.<br />
- Foi uma viagem muito prazerosa, com tempo bom e um percurso tranqüilo. Agora estamos recarregando as baterias e os animais estão repousando. Paulinho, da pousada, nos deu um tratamento VIP. Amanhã às 6h, partimos rumo a Rio Acima – disse o cavaleiro Leonardo Assunção.<br />
De Sabará partiram no dia 31, para Rio Acima, onde aconteceu  a grande festividade desta etapa.  Os cavaleiros foram recebidos pela Fanfarra de Sabará. Cada cidade do percurso enviou um ônibus repleto de crianças para participar da solenidade. Estiveram presentes representantes das secretarias de Cultura e Educação das cidades do Caminho de Sabarabuçu, e do Instituto Estrada Real, parceiro da Expedição.<br />
- Fomos recebidos pela Fanfarra do CAIC de Sabará que deu um toque todo especial à solenidade. Muitas crianças participaram da festividade o que deixou a festa ainda mais bonita – disse o presidente da Associação Cavaleiros da Cultura, Carlos Oscar Niemeyer.<br />
A comitiva partiu na manhã de segunda-feira, dia 31,  de Sabará, visitando pelo caminho a cidade de Raposos e a localidade de Honório Bicalho, um percurso de 36 Km, dois quais 13 km de uma trilha bastante complicada.<br />
<a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/MG_0934.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/MG_0934-300x199.jpg" alt="Parada para o almoço no meio da cavalgada - Foto de Luiz Carlos Duarte" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-1212" /></a>[O último trecho do percurso teve cerca de 46 Km e foi concluído na tarde desta terça-feira, dia 1 de novembro, em Glaura. Os cavaleiros pegaram baixas temperaturas no percurso, que teve direito a almoço no meio do caminho. Agora, os bravos cavaleiros retornam para casa até a próxima cavalgada.<br />
Além da história das cidades mineiras, da cultura e da gastronomia típica, o Caminho de Sabarabuçu – importante via de circulação da região mineradora – possui características peculiares. A estrada alterna trechos que margeiam o rio das Velhas e altiplanos de onde é possível se avistar o Sabarabuçu – hoje conhecido como Serra da Piedade- e os picos de Itabirito, do Itacolomi e a Serra da Caraça. A ponte Ana Sá, no rio das Velhas, entre Glaura e Acuruí é uma entre as muitas marcas deixadas pelos tempos do ouro.<br />
A primeira etapa da viagem foi pelo Caminho dos Diamantes, entre Diamantina e Ouro Preto (MG), em um percurso de 400km. Por 25 localidades, os cavaleiros doaram 200 mil exemplares de literatura infanto-juvenil.<br />
A expedição teve início em 24 de junho, saindo de Diamantina, e seguindo pelos municípios mineiros de São Gonçalo do Rio das Pedras, Serro, Tapera, Conceição do Mato Dentro, Morro do Pilar, Itambé do Mato Dentro até Ipoema. Neste último, os cavaleiros planejam uma visita especial ao Museu do Tropeiro, com a intenção de valorizar a casa, que preserva as tradições do século XVIII.<br />
A distribuição de livros continuou pelas localidades de Cocais, Santa Bárbara, Santa Rita do Durão e se encerrou em Ouro Preto, no dia 06 de julho.</p>
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		<title>JN: Cidade mineira festeja folclore brasileiro no dia das bruxas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 15:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste 31 de outubro ,em que os americanos festejam o dia das bruxas, um vilarejo brasileiro preferiu valorizar o nosso folclore.
O velho tropeiro ouviu muita história nos 30 anos de trilhas em Minas Gerais. Quando o rabo do cavalo amanhecia trançado, vinha a explicação.
-Só podia ser o Saci &#8211; diz um homem.
Na pequena Ipoema, as lendas e crenças populares são assunto sério, com destaque nas salas de aula. O Saci-Pererê é o personagem preferido. Em volta de uma fogueira, ele ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/b3b82763302de3ff48a09fba9f68e5bfdff40efb.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/11/b3b82763302de3ff48a09fba9f68e5bfdff40efb.jpg" alt="Crianças vestidas de Saci-Pererê recolhem doces nas portas das casas. Comemoração lembra personagens como o lobisomem e a mula sem cabeça" width="360" height="240" class="alignleft size-full wp-image-1199" /></a>Neste 31 de outubro ,em que os americanos festejam o dia das bruxas, um vilarejo brasileiro preferiu valorizar o nosso folclore.<br />
O velho tropeiro ouviu muita história nos 30 anos de trilhas em Minas Gerais. Quando o rabo do cavalo amanhecia trançado, vinha a explicação.<br />
-Só podia ser o Saci &#8211; diz um homem.<br />
Na pequena Ipoema, as lendas e crenças populares são assunto sério, com destaque nas salas de aula. O Saci-Pererê é o personagem preferido. Em volta de uma fogueira, ele é citado de novo na prosa de Dona Maria. E se alguém tem dúvidas, ela tem certeza.<br />
-O Saci existe sim &#8211; conta Dona Maria.<br />
Apesar de curiosas e tão familiares, estas histórias começaram a dividir espaço com uma tradição importada: o Halloween, dia das bruxas dos Estados Unidos, comemorado em 31 de outubro. Os moradores de Ipoema gostaram da idéia de uma festa assim, mas com assombrações bem brasileiras.<br />
Agora, uma vez por ano, Dona Natália acorda ansiosa para receber o Saci. E olha que ela já teve medo dele.<br />
-Eu não sabia o que era, achei que era coisa do outro mundo &#8211; diz a quitandeira Natália Nascimento.<br />
A quitandeira de mão cheia prepara biscoitos para o moleque travesso. Na escola, as crianças se transformam nele, prontas para traquinagens na cozinha.<br />
-A gente põe pedra no feijão, azeda o leite, vamos fazendo um monte de travessura &#8211; diz o estudante Thiago Figueiredo, 10 anos.<br />
E o danado não vai sozinho, não. Tem a mula sem cabeça, o lobisomem, o cavalo de osso e a mãe do ouro.<br />
-É uma bola de fogo que vira uma mulher muita bonita &#8211; conta uma menina.<br />
Um cortejo assombrado, que ao invés de assustar, alegra as ruas do vilarejo. “Hoje as crianças não querem mais saber disso, é só internet”, diz uma mulher.<br />
Os Sacis vão entrando nas casas e lojas, recolhendo guloseimas. Na cozinha de Dona Natália, fizeram a festa. São bem diferentes daqueles que ela temia.<br />
-Esses não são aqueles Sacis que a gente tinha medo, tem alegria junto com eles. Fico feliz por eles estarem gostando da comida que ofereço neste dia -. (Jornal Nacional)</p>
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		<title>Cavaleiros são recebidos com muita festa na cidade de Rio Acima</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 21:29:46 +0000</pubDate>
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- Fomos recebidos pela Fanfarra do CAIC de Sabará que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <div id="attachment_1201" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/crianças.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/crianças-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-1201" /></a><p class="wp-caption-text">Doação dos kits em Rio Acima - Foto de Luiza Carlos Duart</p></div>A cidade de Rio Acima se transformou em uma grande festa para receber os Cavaleiros da Cultura na tarde desta segunda-feira, dia 31 de outubro. Todos as cidades do Caminho de Sabarabçu enviaram crianças para a grande festividade da segunda etapa da Expedição Literária Estrada Real. Representantes das secretarias de Cultura e Educação das localidades que fazem parte do percurso também estavam presentes além de representantes do Instituto Estrada Real<br />
- Fomos recebidos pela Fanfarra do CAIC de Sabará que deu um toque todo especial à solenidade. Muitas crianças estavam presentes o que deixou a festa ainda mais bonita – disse o presidente da Associação Cavaleiros da Cultura, Carlos Oscar Niemeyer.<br />
A comitiva partiu na manhã desta segunda-feira de Sabará, visitando pelo caminho a cidade de Raposos e a localidade de Honório Bicalho, um percurso de 36 Km, dois quais 13 km de uma trilha bastante complicada.<br />
 &#8211; Só mesmo profissionais para conseguir cruzar este caminho muito acidentado – destacou Carlos Oscar.<br />
<div id="attachment_1202" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos-Oscar.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos-Oscar-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-1202" /></a><p class="wp-caption-text">O presidente da ACC Carlos Oscar Niemeyer em Rio Acima - Foto de Luiz Carlos Duarte</p></div>Os cavaleiros vão pernoitar em Rio Acima e amanhã partem bem cedo rumo a Glaura, última cidade do percurso, encerrando mais uma etapa da Expedição Literária Estrada Real.<br />
Durante o percurso de 150 km de Cocais a Glaura, os Cavaleiros da Cultura doaram cerca de 23 mil kits de literatura infanto-juvenil a crianças e adolescentes das escolas públicas da região.<br />
A segunda etapa da Expedição começou no último sábado, dia 29 de outubro, quando os cavaleiros partiram de Cocais. </p>
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		<title>Cavaleiros são aguardados com festa na cidade de Rio Acima</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 15:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Rio Acima aguarda com muita festa a chegada dos Cavaleiros da Cultura. A comitiva deixou Sabará por volta das 6h desta segunda-feira, dia 31 de outubro, seguindo um percurso de cerca de 35 Km.  Pelo Caminho de Sabarabuçu, os bravos cavaleiros passaram ainda pela cidade de Raposos, onde foi realizada a capacitação dos professores no último dia 25, e pela localidade de Honório Bicalho, distrito de Nova Lima.
A grande festa da segunda etapa da Expedição Literária ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1191" class="wp-caption alignleft" style="width: 277px"><a href="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/rioacima.jpg"><img src="http://cavaleirosdacultura.org.br/wp-content/uploads/2011/10/rioacima.jpg" alt="" width="267" height="189" class="size-full wp-image-1191" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade de Rio Acima</p></div>A cidade de Rio Acima aguarda com muita festa a chegada dos Cavaleiros da Cultura. A comitiva deixou Sabará por volta das 6h desta segunda-feira, dia 31 de outubro, seguindo um percurso de cerca de 35 Km.  Pelo Caminho de Sabarabuçu, os bravos cavaleiros passaram ainda pela cidade de Raposos, onde foi realizada a capacitação dos professores no último dia 25, e pela localidade de Honório Bicalho, distrito de Nova Lima.<br />
A grande festa da segunda etapa da Expedição Literária Estrada Real está marcada para as 15h, em Rio Acima, onde a comitiva passa a noite. Nesta terça-feira, dia 1 de novembro, os Cavaleiros da Cultura encerram mais uma etapa me Glaura.<br />
Ao todo, serão percorridos 150 Km em quatro marchas pelo Caminho de Sabarabuçu, com cerca de 80 mil livros de literatura na bagagem e muitos sorrisos estampados nos rostos de jovens e adolescentes que receberam os kits com seis livros.<br />
Esta segunda etapa foi iniciada na manhã do último sábado, 29 de outubro, com o percurso entre Cocais e Caeté.<br />
Além da história das cidades mineiras, da cultura e da gastronomia típica, o Caminho de Sabarabuçu – importante via de circulação da região mineradora – possui características peculiares. A estrada alterna trechos que margeiam o rio das Velhas e altiplanos de onde é possível se avistar o Sabarabuçu – hoje conhecido como Serra da Piedade- e os picos de Itabirito, do Itacolomi e a Serra da Caraça. A ponte Ana Sá, no rio das Velhas, entre Glaura e Acuruí é uma entre as muitas marcas deixadas pelos tempos do ouro.<br />
 A primeira etapa da viagem foi pelo Caminho dos Diamantes, entre Diamantina e Ouro Preto (MG), em um percurso de 400km. Por 25 localidades, os cavaleiros doaram 200 mil exemplares de literatura infanto-juvenil.<br />
 A expedição teve início em 24 de junho, saindo de Diamantina, e seguindo pelos municípios mineiros de São Gonçalo do Rio das Pedras, Serro, Tapera, Conceição do Mato Dentro, Morro do Pilar, Itambé do Mato Dentro até Ipoema. Neste último, os cavaleiros planejam uma visita especial ao Museu do Tropeiro, com a intenção de valorizar a casa, que preserva as tradições do século XVIII.<br />
 A distribuição de livros continuou pelas localidades de Cocais, Santa Bárbara, Santa Rita do Durão e se encerrou em Ouro Preto, no dia 06 de julho.</p>
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