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19 de julho de 2016

Contaê apresenta Contos de Malassombro, de morte e de fazer medo na 3ª FLRN

Bater as botas. Esticar as canelas. Vestir o paletó de madeira. Passar desta para uma melhor. Entregar a rapadura. Descansar. Morrer. Os nomes são muitos, mas ela, a indesejada das gentes, é uma só. E a única certeza que a gente tem. O negócio, então, é aprender com a morte como levar bem a vida.

É esta a proposta do Contaê Histórias com seu mais recente repertório, Contos de Malassombro, que será apresentado na 3ª Feira Literária de Rio Novo: falar deste tema tão evitado e inevitável, que marca nosso destino sobre a terra: a morte. O grupo, integrado por Carolina Tagliati, Cintia Brugiolo e Kadu Mauad, se apresenta no dia 13 de agosto, às 9h30, no Centro Cultural Profª. Maria Pinto.

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Foto: Eduardo Venâncio

Além da apresentação, o público poderá conferir duas outras iniciativas do Contaê. A primeira, é a Lojinha Artesanal, com produtos relacionados às histórias: enfeites, material escolar e brinquedos – mantida pelo grupo como forma de incentivar a criatividade e as brincadeiras populares, como alternativa ao excesso de tecnologia e consumo de massa de nossa sociedade. A outra iniciativa é o Brechó Criativo, com peças de figurino, adereços e instrumentos musicais: cada peça disponibilizada no Brechó tem histórias para contar (que vêm afixadas às peças), sendo mais uma maneira de levantamento de recursos pelos artistas para elaboração sustentável de seus próximos repertórios, num incentivo a um consumo consciente e responsável.

E, à maneira já tradicional do Contaê, a apresentação é voltada não só para crianças, mas para toda a família. Quem não gosta de sentir aquele medo com histórias de fantasmas, defuntos que tornam à vida, vultos e correntes – sobretudo se for para sentir medo em grupo? Quem não fica curioso ao assistir a um filme de suspense, ou quando ouve um bom “causo” daqueles que acontecem em noite de tempestade, com vozes na escuridão? Contos de morte, de enganar a morte, de fazer medo, histórias de terror e – por que não? – comédia compõem o repertório.

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